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O Bico de Gás



Quarta-feira, 30.08.06

Arte Útil


Fuzilamentos da Moncloa
Goya
ASENSIO

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às 13:19

Quarta-feira, 30.08.06

Família

(por falar em circo)

ASENSIO

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às 02:17

Terça-feira, 29.08.06

Mais circo?

Ah não! Mais palhaçada não, por favor!

«[...]Ahmadinejad defendeu que ninguém pode impedir o Irão de aceder à energia nuclear e desafiou George W. Bush para um debate na televisão.»

ASENSIO

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às 20:45

Segunda-feira, 28.08.06

Alguém me diga...

Quantos aviões foram já desviados, por questões de segurança, desde aquele suposto atentado falhado nos aeroportos de Londres? Quantas alterações ao processo de embarque foram já aplicadas pelas mesmas razões de segurança? E quantas provas irrefutáveis, que confirmem a tentativa, apareceram em público?
ASENSIO

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às 23:30

Sexta-feira, 25.08.06

Combustões

O artigo sobre Zeca Afonso, no Combustões, parte de suposições discutíveis, para não dizer erradas. Um dos pecados do artigo, e portanto do seu autor, que está presente em todo o artigo, é o de associar o gosto pessoal com crítica musical para, por fim, atingir, a crítica ideológica. O gosto pessoal é definido nas três primeiras frases, não mais, apartir daí tudo o que se escreve é “crítica musical”.

Nota-se, pela necessidade de primeiro referir a sua repulsa pelo género musical, que a sua apreciação artística está poluída pela repulsa, ainda maior, das ideologias do(s) artista(s). Ou seja, repugna-me a carreira do cantor porque não aceito as suas linhas ideológicas. Exemplo: “Aquela voz fanhosa, embargada pela raiva – um ódio que se desprendia a cada palavra – nunca foi do meu agrado.” O autor do artigo consegue discernir, na voz do artista, a raiva, o ódio que obviamente, para o comentador, quem perfilha os ideais comunistas possui, o que faz dele um mau cantor. Neste artigo, o estilo musical está intimamente ligado às ideias que defende, e pelos visto não devia defender. Repare-se como todas as justificações para a repulsa do “baladismo”, género musical “em que uma guitarra e uns poemecos carregados de baias e lugares comuns faziam as delícias de um povo mal informado[..]” se centram principalmente em características políticas, tão do agrado da esquerda: “intervencionsta”, “protestarismo fácil” , “prenhe de utopias” e nunca em capacidades artísticas objectivas do(s) auto(res).


Na segunda parte, naquela em que se refere exclusivamente a Zeca Afonso, o autor do artigo consegue apreender todas as intenções de Zeca Afonso quando este utiliza “sempre as mesmas [palavras] (solidário, inquietação, amigo, companheiro, Maio, ceifeira)”. É tirar muito de muito pouco. São conclusões tiradas não da música mas dos ideais políticos do cantor. Na realidade os poemas das músicas de Zeca Afonso nunca podem ser definidos como intolerantes ou que apelam à violência, por isso a sua música não pode ser utilizada para definir o artista “como um homem violento e intolerante”. A sua música nunca aludiu a “tornar aceitável o abjecto (roubar, sanear, vingar, matar)”, os seus poemas não podem nunca ser interpretados como alusões a “tiros na nuca, prisões arbitrárias, campos de concentração, reeducações e penúria para todos”. Tanto não podem que o autor do artigo é obrigado a referir uma afirmação de Zeca, “a minha democracia não é a dos votos, mas a do poder do povo”, que não está nos seus poemas. O artigo que queria passar por crítica musical, defendendo que o cantor afogava as suas músicas em sentimentos de raiva, alusões à revolução e que por isso a sua arte não merecia ser elogiada, acabou por demonstrar o contrário. É mais fácil descortinar sentimentos de ódio no artigo combustível do que na obra toda de Zeca Afonso


Ideologicamente falando, haveria muito para dizer sobre as ideias defendidas por Zeca Afonso, assim como as defendidas no Combustões. Mas, por agora, tentava-se falar, penso eu que era a intenção, de música.

ASENSIO


p.s.
- atenção que toda a crítica aqui disposta se refere ao conteúdo do artigo e não à forma como é apresentado. Não incorro nunca no pecado de confundir mérito na escrita com desagrado pelas opiniões expressas.

p.s.2
– atendendo ao conteúdo de Zeca Afonso(2), aqui está a mais que previsível invocação ao tocar nos intocáveis para provocar a discussão ao “revolver mitos” mostrando que afinal a populaça ignorante, em vez de se queixar, deve é agradecer ao facto de haver Combustões.

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às 21:48

Sexta-feira, 25.08.06

Máquinas


O
14-Bis de Santos Dumont.
ASENSIO

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às 01:45

Quinta-feira, 24.08.06

Purga

«Plutão pequenino expulso do sistema solar»

Fevereiro já se pronunciou contra, estando receoso da sua própria expulsão do calendário.
ASENSIO

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às 18:46

Quarta-feira, 23.08.06

Origem


Isabel + Rodrigo Cabral
2006, Aço Pintado
foto:ASENSIO
____________________________

Debian is everywhere
____________________________
ASENSIO

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às 00:35

Terça-feira, 22.08.06

Mais uma ronda...

Depois do "Não" às últimas negociações, o Irão está disponível para iniciar de imediato "negociações sérias" com as potências mundiais para resolver o diferendo em relação ao seu programa nuclear.». Enquanto isso vão ganhando tempo e continuando o programa de enriquecimento de Urânio.

Este género de táctica, a negociação para ganhar tempo, foi aplicada há pouco mas por outras potências: Israel (e o seu braço-direito EUA), o que lhes permitiu continuar o conflito no Líbano. Pois é, meu caro Ahmadinejad, o senhor não é diferente nem é melhor e até copia aqueles que mais odeia. Escreva lá isso no seu blogue.
ASENSIO

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às 19:57

Terça-feira, 22.08.06

Será? Mas...

«Bush é estúpido?»

Eu arriscaria dizer que o facto de Bush ser estúpido ou não é irrelevante. Bush e sua
entourage, são, acima de tudo, perigosos. Ele até poderá sê-lo pela falta de cultura. Mas quem o circunda é, quanto a mim, muito inteligente. Escondendo-se atrás de um pateta, e soprando-lhe na orelha o que fazer, beneficiando pessoalmente com desastrosa política. The Beautiful People.
ASENSIO

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às 01:49

Domingo, 20.08.06

Credibilidade

Monteiro continua na sua guerra. Agora com uma batalha pela recuperação da sigla emprestada:

«A uma semana de apresentar uma proposta de manifesto para a direita, no dia 26, o líder do Partido Nova Democracia, Manuel Monteiro, lança um repto ao CDS-PP para que clarifique a sua posição e altere, formalmente, no Tribunal Constitucional, nova mudança de sigla, retomando a sua génese, a de CDS. Nesse quadro, com a sigla PP disponível, Monteiro assume ao CM que “proporia imediatamente que o PND se passasse a chamar Nova Democracia/Partido Popular”.»


E se Manuel Monteiro se preocupasse menos com o partido que lhe deu um chuto no traseiro para endeusar Portas e se tornasse numa alternativa um pouco mais credível? Se calhar é pedir demais.
ASENSIO

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às 02:02

Sábado, 19.08.06

Army Ants

you don't look but you kick me
you can't feel but you hit me
you can't live with the way I pray

why we all have to look this way
I gotta heart, I got blood, feel pain

time, time is not on my side
cause the way I am
gotta gotta now gotta find the reason why
a woman ain't a man

you don't look but you kick me
you can't feel but you hit me
you can't deal with the way I pray

why do you all have to think this way
I gotta heart, I got blood, feel pain

fall in those single file lines
like army ants
yeah, fall on into those single file lines
and complete the plan
___________________________________
Stone Temple Pilots
Purple
ASENSIO

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às 14:27

Sexta-feira, 18.08.06

O sapiente

«O presidente norte-americano, George W. Bush, reconheceu que os
libaneses e o mundo podem demorar a admitir que a guerra entre Israel e
o Hezbollah representou uma derrota para o grupo xiita.»


E é o senhor Bush, com toda a sua sapiência, que chega primeiro à conclusão? Quem ganhou não sei, todos se dizem vitoriosos. Quem perdeu, todos perdemos. Os povos libaneses e os isrealitas mais directamente. Israel pode ter diminuido o arsenal do Hezbollah, mas não acabou com ele, muito menos acabou com o fanatismo islamico do "grupo xiita", quando muito aumentou-o, o que para o terrorismo é uma vitória. Aliás, depois de mais um alerta de atentado, todos perde(re)mos mais um pouco dos direitos individuais. Sejamos sérios, esta guerra de Israel contra o Hezbollah enquadra-se na suposta luta global contra o terrorismo, e que o terrorismo infelizmente tem vindo a vencer...
ASENSIO

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às 19:17

Quarta-feira, 16.08.06

Por ter acontecido na Índia...

Não quer dizer que cá não possa acontecer. Algum jornalismo é assim, se não há notícia, inventam-se,apressam-se ou provocam-se "factos".

«Repórteres de televisão indianos à procura de um furo jornalístico
ajudaram um homem que protestava por causa de salários em atraso a
imolar-se pelo fogo frente às câmaras, dando-lhe fósforos e gasolina,
noticiou esta quarta-feira a imprensa indiana, citada pela Lusa.»


ASENSIO

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às 23:49

Segunda-feira, 14.08.06

Todos têm segredos

O facto de Günter Grass ter pertencido à divisão Frundsber das SS nenhum mérito retira ao que escreveu e por isso nada tem a ver com o seu Nobel da Literatura. Além disso, o Prémio Nobel da Paz já foi para o (ex-)terrorista Yasser Arafat e para o polémico, para dizer o mínimo, Henry Kissinger.
ASENSIO

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às 01:26

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