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O Bico de Gás



Terça-feira, 27.01.09

Disponível por encomenda (XXI)


Bjork's "Yes, We Can!" - no Times On Line, os fundos de Capital de Risco e a crise política na Islândia
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às 22:58

Terça-feira, 27.01.09

A lentidão da justiça

«No seu discurso[de abertura do Ano Judicial], Pinto Monteiro destacou também a lentidão da justiça[...] Como justificação para essa demora, Pinto Monteiro apontou "a carência de meios humanos, escassez de meios técnicos dessas instituições, falta de pronta resposta internacional (apesar dos múltiplos organismos hoje existentes, destinados a reforçar a colaboração internacional), limitações e imposições legais, excesso de garantismo"[...]»

Em Novembro de 2008 o desabafo desistente do PGR era o seguinte:

«'Dia 24 de quê? 2010, 2011? Eu deixei de lhe perguntar porque já nem acredito', disse Pinto Monteiro a João Aibéo, procurador que representa o Ministério Público no julgamento de pedofilia [Casa Pia], depois de o magistrado ter garantido ao PGR que as alegações são dia 24 de Novembro 'nem que chova picaretas', expressão usada pela juíza Ana Peres.»


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às 21:41

Terça-feira, 20.01.09

Qual o melhor "coveiro da pátria"...

Ora, Santos Silva indignou-se com o termo "coveiro da pátria" usado por Manuela Ferreira Leite, dizendo que é "linguagem própria da extrema-direita". Pois, obviamente "pátria" é uma palavra fácil. Nem todos têm credibilidade para usar, Santos Silva claramente não a tem. Temo bem que, do PS e de toda a esquerda, apenas Manuel Alegre, tenha autoridade para a usar, visto ser causadora de diversas urticárias, principalmente à extrema-esquerda. A direita, que se arroga o direito de encher a boca com patriotismo, apenas a usa para tricas ou nestes inócuos sentidos figurados. E quanto ao termo "coveiro", este será prontamente recambiado de volta ao remetente social democrata numa alusão a um passado recente.
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às 18:19

Terça-feira, 20.01.09

A W.

Adeus. E que esta seja uma nova época, de trabalho, seriedade, credibilidade.
(e que os humoristas não tenham um trabalho tão facilitado como tiveram durante 8 anos)
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às 16:55

Segunda-feira, 19.01.09

Nós por cá vamos aguentando a maralha


Medina Carreira, Nós por Cá (SIC)
5/Jan/2009
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às 18:11

Quarta-feira, 14.01.09

São melancias, senhor...

«“O seu partido [“Os Verdes”] é um embuste político”. Estas foram as palavras utilizadas hoje pelo primeiro-ministro, José Sócrates, durante o debate quinzenal no Parlamento, dedicado à saúde, quando respondia à deputada do PEV Heloísa Apolónia. O chefe de Governo acrescentou, ainda, que considera que esta força política não passa de um truque do PCP: “Todos os portugueses sabem o que vocês são, verdes por fora e vermelhos por dentro”, disse.»

Sim, Sócrates disse-o. Para o PM há um partido político na AR que é um embuste. Esta é a mesma personagem que, "cansada dos preconceitos de superioridade moral", se insurgiu indignadamente contra o líder do BE por este peneirar os sindicatos quanto à sua seriedade.
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às 20:42

Terça-feira, 13.01.09

Comentário demagógico-populista

«Oliveira e Costa sai da cadeia para o Parlamento»

O número de utentes e viagens na carreira Parlamento-Cadeia-Parlamento só pecam por defeito...
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às 18:05

Terça-feira, 13.01.09

Oh Bill...

In the end they are just protecting their business...

Religulous, with Bill Maher
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às 01:31

Terça-feira, 13.01.09

Israel: Boycott, Divest, Sanction

It's time. Long past time. The best strategy to end the increasingly bloody occupation is for Israel to become the target of the kind of global movement that put an end to apartheid in South Africa.

In July 2005 a huge coalition of Palestinian groups laid out plans to do just that. They called on "people of conscience all over the world to impose broad boycotts and implement divestment initiatives against Israel similar to those applied to South Africa in the apartheid era." The campaign Boycott, Divestment and Sanctions--BDS for short--was born.

Every day that Israel pounds Gaza brings more converts to the BDS cause, and talk of cease-fires is doing little to slow the momentum. Support is even emerging among Israeli Jews. In the midst of the assault roughly 500 Israelis, dozens of them well-known artists and scholars, sent a letter to foreign ambassadors stationed in Israel. It calls for "the adoption of immediate restrictive measures and sanctions" and draws a clear parallel with the antiapartheid struggle. "The boycott on South Africa was effective, but Israel is handled with kid gloves.... This international backing must stop."
_______________________
Naomi Klein, The Nation
7 de Janeiro de 2009

ASENSIO

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às 00:38

Segunda-feira, 12.01.09

Regabofe

«Armando Vara foi promovido na Caixa Geral de Depósitos (CGD) um mês e meio depois de ter abandonado os quadros do banco público para assumir a vice-presidência do Banco Comercial Portugal (BCP).»

Ao que tudo indica a Caixa Geral de Depósitos é uma pândega promocional. Justificando-se com a normalidade da prática, apenas revela que este banco incorreu repetidas vezes na mesma imoralidade. Mas...

«O PÚBLICO solicitou à CGD que enumerasse idênticas promoções realizadas nos últimos anos. [...] não houve qualquer resposta da CGD. O PÚBLICO contactou os maiores bancos privados, no sentido de perceber se é normal a promoção de ex-administradores, mas não encontrou nenhuma prática nesse sentido.»

Apesar de tudo, mais parece que esta "rotina" foi costurada e emendada à medida de Armando Vara, uma das iminências pardas do regime.
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às 15:26

Domingo, 11.01.09

In As Escolhas de Marcelo...

Bem no final Marcelo Rebelo de Sousa equiparou as conquistas de CR7 com as de JS98!
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às 21:39

Domingo, 11.01.09

As datas dos exames

Como seria de esperar, este ano, Portugal reduzir-se-á a um calendário eleitoral. E, no bloco central, já se guerreiam posições e certezas. Está em causa a coincidência de actos eleitorais. A hipótese mais ventilada é a da junção das eleições autárquicas com as legislativas. É a opção que mais interesses pode ferir.

Óbvio: por um lado, o PSD força esta opção. Além dos Sociais Democratas serem um partido "autárquico", as eleições locais tendem a lesar o partido do governo. Nada como fazer coincidir os escrutínios para tentar retirar calendariamente a maioria absoluta ao PS, algo que parecem não conseguir fazer politicamente. Ao PS, por seu lado, resta apenas fugir a esta hipótese.

Estas rasteiras quezílias partidárias eram certas e esperadas, mas o que não se pode entender ou tolerar é a intromissão e influência do Presidente da República neste assunto. De Cavaco apenas se espera uma decisão imparcial da calendarização eleitoral.
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às 19:21

Sábado, 10.01.09

Levanta-te e Ri(o)

O Governo apresentou recentemente um plano anti-crise. Como avalia as medidas?
Estamos perante uma crise económica, mas o problema de Portugal não é fundamentalmente a crise económica, mas sim outra, profunda, e com muitas mais vertentes. O ponto de partida da crise é político e não económico. Entendo que enquanto a política em Portugal não se conseguir credibilizar e não repor na sociedade valores fundamentais podemos ver a taxa de juro baixar mais um ou dois por cento, arranjar mais uns milhões para aqui ou acolá, mas vamos andar sempre ao sabor destes milhões ou da procura externa. O que o país precisa, e em 2009 é quase impossível porque é um ano atípico com três eleições, é de um Governo que agarre no país fundamentalmente pela parte política.
Que parte política?
Tem que se reforçar a credibilidade dos políticos e, isso, faz-se através da atitude e de algumas reformas que são fundamentais, como é o caso da justiça. A justiça é um problema político. O clima de impunidade que se vive em Portugal, de desresponsabilização, faz com que as pessoas não acreditem no país, não acreditem no regime. O sistema está completamente descredibilizado. Não estou a dizer que se a justiça funcionasse correctamente tudo funcionava bem, o que estou a dizer é que existe toda esta evolução da sociedade que não será travada enquanto não se agarrar, a sério, o problema da justiça.
____________________________
Rui Rio em entrevista ao Económico

Em primeiro lugar não vale sujeitar crises umas às outras, aqui a teoria da evolução não se aplica. A crise política é profunda, diferente e muito anterior à actual crise económica. Elas não se confinam num ponto de partida comum, não é a crise política que dá origem à económica. A crise económica é um resultado óbvio do sistema actual, curiosamente defendido por Rui Rio, e é inevitável. A crise política define-se pela incompetência intrínseca do presente político nacional em controlar e contornar os cíclicos problemas económicos.

Mas eu pergunto-me quais os responsáveis pela descredibilização da política em Portugal e qual o papel de Rui Rio nessa crise política...

ASENSIO

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às 14:12

Terça-feira, 06.01.09

Tempo de Antena

«[...] José Sócrates admitiu que o país vai entrar em recessão, mas que irá pedir aos eleitores uma maioria absoluta nas próximas eleições, porque, disse, "a estabilidade governativa é essencial para enfrentar a crise".»

O ponto costumeiro: nenhum responsável político, seja de que área (política ou geográfica) for, sabe enfrentar uma crise sem a ajuda de alguma robustez, alguns dizem "estabilidade", no exercício governativo.


Diz Sócrates:
"Não posso ver numa divergência entre a Assembleia da República e o presidente nada mais que uma divergência que a Constituição se encarrega de resolver."

A Constituição é clara e não tardará a resolver o imbróglio, correcto. Mas o que me ultrapassa é como um Governo e uma AR forçaram o novo estatuto dos Açores, sendo este um excesso claro ao conteúdo da própria Constituição. Este comentário é a assunção do erro por parte do PM.

ASENSIO

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às 17:20

Domingo, 04.01.09

Artefacto Democrático

«O presidente do Partido da Nova Democracia (PND), Manuel Monteiro, defendeu hoje num encontro com o arcebispo de Braga que o distrito bracarense seja considerado uma zona franca em termos fiscais, como a Madeira.»

Numa altura em que as ditas zonas francas são contestadas por se mostrarem facilitadoras de aldrabices económicas (leia-se "crimes"), carroceis e fugas fiscais, lavagem de divisas e enriquecimentos duvidosos, só Manuel Monteiro, desfasado da realidade, poderia alvitrar tal hipótese.

Ainda agora o ano começou e, ajudado por algumas personagens inacreditáveis, já esta paródia rectangular se me mostra excessiva.
ASENSIO

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às 15:49

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