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O Bico de Gás



Quinta-feira, 03.03.05

Alan Turing

The Day Turing Died

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ASENSIO

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às 00:40

Quinta-feira, 03.03.05

Participação estatal ou concentração?

A tentativa de se juntar as plataformas de distribuição dos média e os criadores de conteúdos, com a finalidade de se desenvolverem vários projectos nesta área, pelos vistos mostrou-se desacertada no caso da compra pela Portugal Telecom da Lusomundo. Por isso a PT vendeu a sua participação na Lusomundo, após concurso, à Olivedesportos, já detentora de outros meios de informação.

Aqui está o problema! Passou-se de uma situação em que há participação estatal, a PT para todos os efeitos usufrui de capitais do estado, em empresas de informação, o que é visto por muitos como errado, para outra situação onde há manifesta concentração de meios de informação. Qual destes casos é o menos prejudicial? É que se por um lado há o perigo de controlo e deformação, por parte do estado, da informação libertada pelo meios de comunicação que dele dependem, por outro, a empresa que detém, de um modo centralizado, meios informativos, também pode ser suspeita de controlo e deturpação de informação.
ASENSIO

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às 00:38

Quinta-feira, 03.03.05

Críticos e Castigos

Só quem não conhece a natureza humana na hora da derrota, e em particular a de Santana Lopes e seus partidários, é que poderia pensar que Pacheco Pereira, e outros, pelas críticas fortíssimas que lançaram, não sofreriam de uma tentativa de penalização. Aquando de uma derrota, ainda mais nos termos em que a última ocorreu, tem logo que surgir um bode expiatório, ainda mais quando como líder do PSD, está uma personagem como Santana Lopes. Dá-se bem com congressos aclamatórios, mas reage mal quando lhe apontam falhas, exigem um retorno político positivo pelas suas atitudes, ou ainda pior, se logo à partida, o consideram incapaz de tomar em mãos uma responsabilidade tão grande, como é a de ser líder de um grande partido como o PSD e primeiro-ministro de Portugal.

A aclamação de um líder nunca é benéfica, que fique isto como lição aos partidos todos. Após uma derrota e quando alguém surge como crítico a um líder aclamado, mais cedo ou mais tarde, vai ser considerado cúmplice quando houver uma derrota retumbante. Mas isto não significa que os críticos tenham que emudecer. Pelo contrário, os partidos, quando perdem, é que têm que absorver as apreciações negativas, caso estas se revelem justas e adequadas.

Além do mais, perde-se tempo a crucificar os críticos do que a analisar as causas das derrotas, e essa análise é, sem dúvida, mais importante.
ASENSIO

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às 00:32


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