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O Bico de Gás



Sexta-feira, 21.07.06

Inócuo

Claramente a solução para o problema actual do Médio Oriente é o desarme do Hezbollah. Foi este facto desconcertante que gerou alguns dos problemas da zona. Um grupo (supostamente) político, mesmo que radical, luta com política não com armas.

Parece fácil. Acontece que a existência deste grupo apenas se justifica pela acção das armas, a sua função é o ataque puro e simples a Israel. Não têm capacidades parlamentares pacíficas. Então que mais valia política trará um Hezbollah desarmado ao Líbano? Nenhum, nem tal coisa interessa aos seus fornecedores de armamento e ideologia, a Síria e o Irão.


A Comunidade Internacional não pode pedir apenas o controlo do grupo por parte do Líbano pois este não tem capacidade para tal. E ao exigir, quanto a mim bem, o desarme do grupo, está a pedir a sua extinção (avisando indirectamente a Síria e o Irão). É por isso que esta exigência será tão inócua para a resolução do problema como a guerra que Israel leva a cabo nestes dias.

Condolezza Rice, quando se deslocar à zona, é bom que vá ciente da impossibilidade da solução do conflito. Este cessará apenas quando Israel bem o entender e deixar de bombardear o Libano, para logo descobrirmos que o Hezbollah continua vivo...

ASENSIO

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às 20:31

Sexta-feira, 21.07.06

Lucidez

«O Hezbollah não é um exército, mas um conjunto de assassinos muito bem armados. Todos os que disparam indiscriminadamente, sejam mísseis, ak-47´s, ou fisgas, não se importando com quem atingem, o são. Por isso me entristece ver o exército israelita utilizar métodos idênticos, sobre alvos de duvidoso interesse estratégico no combate ao Hezbollah. Fábricas, camionetas escolares, leitarias...»

ASENSIO

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às 20:28

Sexta-feira, 21.07.06

Mais uma vez...

A ONU fica a falar sozinha:

«O Hezbollah rejeitou esta sexta-feira o plano do secretário-geral da ONU, Kofi Annan, que propõe um cessar-fogo imediato e a libertação dos soldados israelitas sequestrados, disse o deputado do movimento libanês Hussein Hajj Hassan.»

ASENSIO

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às 20:25

Sexta-feira, 21.07.06

De novo...

Um velho assassino não é um velhinho, é um assassino: «Ta Mok, o antigo comandante dos comunistas Khmer vermelhos, conhecido pela sua brutalidade, morreu hoje de manhã num hospital militar da capital cambojana aos 80 anos.»

ASENSIO

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às 13:15


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