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O Bico de Gás



Sábado, 19.01.08

Disponível por encomenda (XIV)



Pessoal da ASAE com a capacidade de exaustão exigida
ou não abrangidos pela lei...
ASENSIO

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às 20:11

Sexta-feira, 18.01.08

Disponível por encomenda (XIII)



Pulmões com a capacidade de exaustão exigida por lei...

ASENSIO

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às 22:56

Sexta-feira, 18.01.08

Dois pesos, duas medidas

«Israel testou hoje com sucesso um míssil balístico[,] De acordo com peritos militares estrangeiros, Israel está a desenvolver um míssil solo-solo de tipo Jericho 3, que podia ser equipado com uma ogiva nuclear, química ou bacteriológica com um peso até 1.300 quilogramas. O engenho tem um alcance de 4.500 quilómetros e poderia atingir o Irão.»

Devíamos estar ouvir parte do Ocidente a admoestar Israel por mais uma manobra ameaçadora e desestabilizadora do equilíbrio das forças na área. Pelo menos uns apelos à discrição e prudência, não?

ASENSIO

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às 00:07

Quinta-feira, 17.01.08

Mercúrio (30 anos depois)



During its flyby of Mercury on Jan. 14, 2008, NASA’s MESSENGER spacecraft acquired high-resolution images of the planet's surface. This image shows a previously unseen crater with distinctive bright rays of ejected material extending outward from the crater's center. A chain of craters nearby is also visible.

Sítio da NASA

ASENSIO

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às 00:30

Quarta-feira, 16.01.08

É isso ou o seu contrário...

«O primeiro-ministro, José Sócrates, acusou hoje o Bloco de Esquerda de convergir "tacitamente" com a extrema-direita europeia na oposição ao novo Tratado da União Europeia e na exigência de referendo.»

O mesmo se pode dizer da opção de ratificação preferida do primeiro-ministro, quando tem medo da réplica dos cidadãos retira-lhes a capacidade de resposta em referendo.


Mas volto a referir um ponto, pela enésima vez, é verdade, mas que parece ainda não ter sido interiorizado: Exigir uma melhor Europa, uma Europa próxima e criada pelos cidadãos, como faz a verdadeira esquerda europeia, não é ser anti-europeu, como a extrema-direita.


Termino com uma pergunta do calibre das acusações do PM: não será também anti-europeu afastar os cidadãos dos centros de decisão da UE, preferindo a Europa das elites?

ASENSIO

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às 20:03

Quarta-feira, 16.01.08

Santana já o tinha provado

«Pela primeira vez desde que assumiu a Presidência da França em Maio de 2007, Nicolas Sarkozy reúne mais opiniões desfavoráveis (48 por cento) que favoráveis (45 por cento), de acordo com uma sondagem divulgada hoje.»

Parece que também o povo francês não vai em jetsetizações, corderrosizações ou brunizações do exercício do poder. Parece claro que, quando os líderes não cumprem com o pão, não será a festa a aliviar a revolta dos descontentes.

ASENSIO


Glossário:

Jetsetização - tornar jet-set o que antes não o era; parir ocos famosos.
Corderrosização - aparecer nas revistas do social; untar festas de cor-de-rosa.
Brunização - utilização da vida pessoal para alimentar hostes noticiosas quando estas se deviam concentrar em propostas, decisões e resultados; casório com ex-modelos para desvio de atenções

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às 00:23

Terça-feira, 15.01.08

Suharto, Dying

The New York Times, in 1993, after the East Timor massacres, Philip Shenon wrote that Suharto "r[a]n the country with a grandfatherly smile and an iron fist" and lamented that his "accomplishments are not widely known abroad."

On earth, in Indonesia--below the towers of life-giving-or-taking wealth and distant killing decision--Suharto seemed to have been seen, on the one hand, as a small man, but on the other, as a menace.

You could talk corruption, but you could not mention the murders. You had to work hard to forget them. The government helped with "Clean Environment" laws that banned the surviving relatives from social contacts, on the theory that if they got around, their memories might pollute society.

A grandmother, when pressed, once told me about bodies bobbing in Sumatra rivers.

But as a rule, people don't like to talk about Suharto's founding massacre, the one that was, in the words of James Reston of the Times, the "gleam of light in Asia" (June 19, 1966), and in the words of the CIA, which assisted, "one of the worst mass murders of the 20th century" (for background see posting of November 8, 2007: "Duduk - Duduk, Ngobrol-Ngobrol. Sitting Around Talking, in Indonesia.").

__________________________________
Suharto's Passage:
One Small Man Leaves a Million Corpses
Allan Nairn

ASENSIO

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às 20:53

Segunda-feira, 14.01.08

Pedindo desculpa a todos os anti-fascistas

Serei velho do Restelo, sem tirar nem pôr, mas proporei um acrescento à lei proto-fascista que regula os locais onde se pode fumar para que esta inclua, não só o tabaco, mas também os indignos telemóveis. Apetrechos de um demónio cacofónico, avatar dos irritantes e deus garantido da geração "foda-se". Gostava de, ainda no meu tempo de vida, me sentar num qualquer espaço público de repasto e não levar com as agora habituais melodias-palmatória, bips imbecis de infantilidade e conversas da treta do indiscreto e fala-barato - fala-barato dependendo do tarifário do troglodita - proprietário do aparelhómetro.
ASENSIO

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às 21:26

Segunda-feira, 14.01.08

This should keep you out

- stains in every hue of the excremental rainbow and seepage blotches that looked as if they'd leaked from a corpse -
Roth

ASENSIO

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às 18:51

Sexta-feira, 11.01.08

The Note


«Rice disse a Bush: "Cala a boca"»
ASENSIO

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às 21:37

Sexta-feira, 11.01.08

Só para ser mauzinho

«"Como o primeiro-ministro o fez, somar critérios favoráveis à Ota e Alcochete? Tanto faz o ordenamento do território como qualquer outro critério?", questionou [José Reis, docente universitário e ex-secretário de Estado de António Guterres]. Na sua perspectiva, "há uma leitura de total simplismo", que também coloca a questão sobre o modo de funcionamento das instituições, porque «não é preciso termos Governo para saber que 4 é mais que 3».

Obviamente que a decisão do primeiro- ministro foi tomada tendo em conta a fórmula simplista do "4-3", porque simples e básicos são também os seus conhecimentos em questões de engenharia.

ASENSIO

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às 20:50

Quinta-feira, 10.01.08

Não era preciso, mas

Há quem se coloque mesmo a jeito:

«O Bloco de Esquerda (BE) justificou esta quinta-feira a sua moção de censura do Governo com a «quebra da palavra» do primeiro-ministro quanto ao referendo do tratado europeu, garantindo que esta crítica traduz "um sentimento nacional"»

O BE, por muito que queira, não tem votos para traduzir "um sentimento nacional"...

ASENSIO

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às 18:37

Quinta-feira, 10.01.08

Engenheiros?

Parece que no limite a decisão foi tomada mais pelos engenheiros do Laboratório Nacional de Engenharia Civil do que pelo próprio primeiro-ministro. Os critérios políticos claramente resumiram-se à opinião do LNEC. E não acho mal a opção de dar ouvidos aos técnicos. Até penso, ao contrário do dr. de Gaia, para quem o governo é "preso por ter cão e preso por não ter", que o governo tem a única posição que podia ter. Não alivia a arrogância do "jamais" passado, mas dá a entender que, pelo menos neste aspecto, ouviu outras pessoas.

Só falta saber quem encomendou o estudo da CIP...
ASENSIO

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às 17:29

Quarta-feira, 09.01.08

Europeíces, demagogias, incoerências

Estas declarações e debates sobre o modo de ratificação do Tratado Europeu revelam, de forma clara, a demagogia e incoerência de um governo que não sabe como defender a posição que agora toma. Vejamos exemplos:

Refere Sócrates que
«[...] a decisão do Governo português de ratificar o tratado por via parlamentar foi "completamente livre".» Ora, essa decisão não poderá ter sido assim tão livre porque «nada seria mais fácil e mais conveniente para o Governo do que agendar uma campanha política para um referendo sobre o Tratado de Lisboa». Quais a circunstâncias que levam o governo a abdicar de tal conveniência?

Por outro lado,
«José Sócrates considerou que há uma ampla maioria de portugueses a favor do projecto europeu e que uma consulta popular em Portugal teria implicações negativas em outros Estados-membros, colocando em causa processos de ratificação por via parlamentar.» Se uma ampla maioria apoia o projecto e o resultado do referendo se adivinha positivo para a ratificação do Tratado, então de que forma poderia um referendo de vitória inquinar outros processos de ratificação, por via referendária ou parlamentar? Também me lembro de ouvir José Sócrates a defender que, em Democracia Representativa, não se pode inferiorizar a votação parlamentar relativamente ao referendo. Então, se outros estados-membros decidissem a ratificação no parlamento, de que forma poderia essa forma de decisão ser inferior à decisão por referendo? Tal situação só aconteceria num país onde, quando em eleições, fosse clara a promessa de referendo, para, logo depois, esta opção ser largada em favor da ratificação parlamentar. Pasme-se, esse país é Portugal!

Para tentar não ser apanhado em contradição o primeiro-ministro diz que
«Agora é o Tratado de Lisboa, que não existia na altura. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. As circunstâncias alertaram-se completamente. É um tratado diferente». Só que esta posição, nem Giscard d'Estaing, o próprio pai do tratado, admite defender.

«Se houvesse um movimento, em todos os países, na maior parte ou num terço [a fazer o referendo], Portugal podia e deveria fazê-lo», diz José Sócrates. Ou seja, Portugal é um país tão forte, no seio europeu, que a sua decisão sobre a forma de ratificação poderia contaminar as decisões dos outros Estados-Membros. Mas, ao mesmo tempo, se um terço desses Estados decidissem referendar a ratificação, então, Portugal tornar-se-ia um país fraco, seguidor dos movimentos dos outros. Decida-se, ou somos reboque, ou somos rebocados.


Só mais uma nota para Manuel Alegre: Que circunstâncias se passaram para que Sócrates, defensor do referendo, alterasse a sua posição desta forma radical? Se essas circunstâncias, a que o deputado se refere, são apenas as defendidas em cima, então Manuel Alegre torna-se um ainda maior desapontamento por admitir as razões apontadas pelo governo. Se houve outras, não deveríamos todos conhecê-las?

ASENSIO

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às 18:02

Terça-feira, 08.01.08

Assim não gastam tudo em vinho...

O governo quer pagar o aumento extraordinário das pensões, cuja actualização era feita em Dezembro, dividindo esse valor por 14 prestações. O aumento em si já pode ser considerado ridículo, a ideia de o pagar em prestações torna trágica a situação, mas ouvir responsáveis do governo a referir que esta proposta ajudará os próprios reformados nas poupanças é um insulto. Puro e simples.

Claramente a maioria dos reformados em Portugal vivem em miséria, mas em miséria económica. Mas há outra estirpe de miseráveis e alguns estão instalados no governo.
ASENSIO

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às 20:31



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