O meu caro Luís Maria fez a maldade de me desafiar para o exercício de listar 12 palavras que sejam as minhas preferidas. Visto que uma listagem das palavras que gosto de pronunciar decerto se tornaria risível - seria obrigado a listar palavras como "bojudo", "energúmeno" ou "abnóxio" que apesar de causarem vibroscilações na garganta, cócegas na úvula e choques de lambidos 9 volts na ponta da língua, não são certamente o objectivo do desafio - vou concentrar-me naqueles termos cujo significado me é mais próximo. Começo por palavras-personalidade que vi e bebi de quem me fez vida e que ainda hoje, depois de ter partido, me causam espanto tal a força com que vivia essas palavras. São elas a "honestidade", o "escrúpulo" e o "respeito" sem os quais não haverá nunca a "honra". As palavras-história também me entusiasmam. Um dos últimos exemplos destas são: a"coragem" e o "empenho" que nos trouxeram "liberdade" em dias de Abril. E as palavras de hoje, as que mais sinto serem úteis, passam pela necessidade de "rezingar" e "questionar" sem nunca esquecer de "viver" aquilo que de positivo temos a sorte de encontrar no labirinto de "orgasmos" fúteis, fáceis e instantâneos dos nossos dias. A segunda parte do desafio, o encadeamento para outros blogues, temo que terá de ficar para outra vez. Blogues (de) amigos têm tido a tendência de fechar. Neste momento sou o único a manter aberto este "estaminé" manchado de vinho. ASENSIO
Ao ouvir as explicações de Telmo Correia, ex-ministro do Turismo, sobre o imbróglio do Casino de Lisboa, julgo estar perante o advogado de defesa do concessionário participante no negócio com o Estado. Não consigo conceber outro capaz de defender desta forma a causa da Estoril-Sol, indo ao ponto de pôr em causa as condições, retornos e contrapartidas exigidos à empresa pelo Governo do qual fazia parte. Parece considerar esses retornos exagerados e aos quais o Estado, representado pelo governo, não teria direito. Um ponto está bem assente, o Pavilhão do Futuro foi vendido para se transformar num casino. Os detalhes do negócio parecem estar a aparecer agora. Pena é que não tenham sido conhecidos em devido tempo. ASENSIO
To be forced under and look up to your home because We gave our eyes but no one will yes I know because To heed the cause I will be barred but you won't We are here to love heart he's up inside We start to cry Just because I will afford, living in me is so poor Deliver me----there To be judged by one or licked by three And your holes enclose We gave our eyes but no one will yes I know because To heed the cause I will be barred but you won't We are here to love heart it's up inside We start to cry Just because I will afford, Living in me is so poor Deliver me----up!!! Cannont fuck to be me and you won't find me And you won't find me and you will don't know me--psycho I don't believe you will find me And you won't find me and you will so come from--a psycho I don't believe you will find me And you won't find me and you will don't quit--psycho I don't believe you will find me I'm in trouble because playing god I and me we go with Jesus in a bowl of dirt Yeah, Yeah, so poor, I will fly... ___________ Deftones Adrenaline ASENSIO
«Europeus precisam de "causas que os unam", diz Cavaco» Pode ser a defesa do Estado Social, a responsabilização do Estado perante os que mais necessitam, a ajuda colectiva e solidária dos cidadãos europeus aos seus semelhantes desfavorecidos? Pode ter a certeza que o comum cidadão europeu consideraria essa defesa uma boa causa e pretexto para uma união. Pena é que os sobas cinzentões, inchados de pseudo-competência, prefiram também destruir o que resta desse Estado nos herméticos gabinetes da termiteira cancerígena que é Bruxelas. ASENSIO
«Não contraria a razão preferir a destruição do mundo inteiro a um arranhão no meu dedo.» (Hume)
Quanto mais conheço a geração dos que aí vêm e a dos que, hoje, se estão a vir, mais me apercebo e convenço que a autodestruição da humanidade é o rumo a seguir. ASENSIO