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O Bico de Gás



Quinta-feira, 12.02.09

A César

[...]Neste sentido, pouco importa se [a Igreja Católica] é ou não sensível aos ventos da modernidade. Se não aceita assimilar um novo "dicionário" (para usar a expressão do padre Manuel Morujão, secretário da Conferência Episcopal) no qual a palavra família ganhou novos significados. Se recorre a argumentos incompreensíveis, como o de que casamento entre pessoas do mesmo sexo é "um caminho antropologicamente errado". Tratando-se de princípios, alicerces das convicções, esta problemática quase é equiparada à da visão religiosa das origens da Humanidade. Afinal, Charles Darwin está mais vivo do que há 150 anos, mas o Criacionismo não se extinguiu.[...]
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Paulo Martins, Preto no Branco

A ICAR usa a ciência evolutiva de forma egoísta e interesseira. Não abdica do criacionismo ao mesmo tempo que alardeia a evolução para se posicionar contra o casamento homossexual, este não dá origem natural a uma nova vida.


Juntando a esta posição cá no rectângulo, temos a pressão do Vaticano sobre o poder político e judicial na bota italiana contra a eutanásia. Ora se “a César, o que é de César” [“E ele diz-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição? Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. E quando isto ouviram, se admiraram, e, deixando-o, se retiraram” (Mt. 22:20-22).], a decisão sobre a vida terrena aos homens, o transcendente à Igreja.
ASENSIO

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às 16:37



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