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O Bico de Gás



Sábado, 26.12.09

Umbiguismo

«Bispo do Porto: Relação da Igreja com o Estado deve ser de complementaridade»

Visão errada quanto a mim. Primeiro, o Estado são também os não católicos, como ateus, muçulmanos, judeus, etc. E obviamente que D. Clemente apenas de se refere à ICAR quando fala em complementaridade, mas há muitas mais igrejas, religiões e crenças.

Segundo, o Estado tem que ser alheio à igreja, seja ela qual for. Aliás, apesar de na realidade a igreja responder por vezes mais rapidamente em algumas questões sociais, o Estado, regido por um Governo, não pode, não deve, atrasar-se ou incumbir a igreja de tarefas que são da sua responsabilidade. Mais, em várias questões o Estado tem mesmo que se sobrepor às crenças individuais, como em questões de Justiça, Saúde e mesmo comportamentos, sob pena de algumas dessas crenças individuais se tornarem nocivas à sociedade.

Certo, o Estado não é santo nem perfeito -santidade e perfeição são do domínio religioso- mas, como representa todos os cidadão e as suas instituições, é nele que devemos confiar.
ASENSIO

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às 23:58


4 faíscas

De Marta a 28.12.2009 às 22:13

Concordo inteiramente. Mas queria aqui deixar uma sugestão para o blogue: que tal um botão de "Like" como no Facebook? Assim podia dizer que concordo sem ter de escrever comentários. hehehe... Beijos

De Marta a 28.12.2009 às 22:16

E a propósito do teu último tweet:

http://www.guardian.co.uk/music/2009/dec/10/simon-cowell-rage-against-machine

http://www.guardian.co.uk/music/2009/dec/17/rage-against-machine-joe-mcelderry

De C3H8 a 28.12.2009 às 22:17

É uma boa sugestão até... mas eu não preciso de saber apenas se (des)gostam ou (des)concordam. Quero saber de vossa justiça.
ASENSIO

De C3H8 a 28.12.2009 às 22:29

Quanto ao segundo comentário: Se eu fosse o Simon Cowell também estaria birrento. A campanha surtiu efeito e o single Killing in the Name de '92 (sim 1992) ganhou a um "prato" bonito, cozinhadinho e orelhudo. O que se ganha? Eventualmente não muito, ainda há muitos T.a.t.u., Tokio Hotel e X-Factor por aí. Mas serve para mostrar que a música feita por artistas (não por produtores) para o público ainda vale muito. Eu não gostaria de um mundo em que a arte, toda igual, é fabrica de dinheiro.

Quanto ao senhor Cowell, que não se faça de coitadinho, a campanha também ajudou o boneco vencedor do X-factor a vender mais.
ASENSIO

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