Esse debate não só não deve como não pode ser liderado por empresas, mas vamos ter que o fazer mais tarde ou mais cedo, com técnicos, com responsáveis por recursos energéticos, políticos (lá terá que ser) e a sociedade civil. Os lobbistas interesseiros do costume ou se diluem na sociedade civil ou ficarão arredados do debate. Por outro lado, tem havido uma certa leviandade e uma tendência errada para incluir este tipo de energia no grupo das renováveis e limpas, é das primeiras vezes, desde que este debate se insinuou, que vejo alguém a falar do problema dos resíduos perigosos resultantes. ASENSIO